CONGRESSO “PRESENTE E FUTURO: REALIDADE CLÍNICA, SOCIAL E ECONÓMICA NA DIABETES

  Local: ICBAS-UP - Porto

Data limite de submissão de abstracts: 30 de setembro de 2014

Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má

absorção da insulina, hormona produzida pelo pâncreas e cuja função é quebrar as

moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada

por todas as células. A ausência total ou parcial dessa hormona interfere não só na

queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas,

músculos e gordura).

A Diabetes Mellitus, geralmente denominada simplesmente por “Diabetes” é

conhecida pelo Homem desde a antiguidade. Diabetes significa “fluir através de” e

mellitus significa “doce como o mel”.

A Diabetes era designada como “insulinodependente” (IDDM) e “não

insulinodependente” (NIDDM). Atualmente são utilizados os termos “Diabetes tipo

1” e “Diabetes tipo 2”.

O número de crianças e adolescentes com diabetes tipo 1 tem vindo a crescer de

forma regular por todo o mundo. Aparentemente, poderia parecer que este fato

está relacionado com o meio ambiente, já que as alterações genéticas não são tão

rápidas nos humanos. Por outro lado, o número de jovens adultos que desenvolvem

diabetes tipo 1 parece ser constante ou mesmo decrescente em alguns locais.

Isto sugere que um determinado grupo de indivíduos tem tendência para contrair

diabetes tipo 1, embora um ou mais fatores ambientais tenham vindo a originar o

seu aparecimento mais cedo. O mesmo acontece com a diabetes tipo 2 que atinge

cada vez mais jovens adultos. Os países mais desenvolvidos são os que têm o maior

número de pessoas com diabetes.

O combate à diabetes tem contado com enormes avanços ao nível da investigação,

nomeadamente no que toca à qualidade de vida dos pacientes e no que diz respeito

à procura de uma possível cura. No entanto, e por outro lado, o facto inegável é que

cada vez há mais pessoas diabéticas em todas as idades - muito significativamente, é

chamada a doença do século XXI.

É por isso pertinente debater o estado atual da doença, quer em termos de

investigação no campo da saúde e das tecnologias ao serviço do tratamento e dos

cuidados ao doente, quer em termos de políticas de saúde e das estratégias de

enquadramento e divulgação da doença nos vários sistemas nacionais de saúde dos

países da União Europeia (e ao nível das próprias diretivas comunitárias da U.E.).

 

Mais informações em totusaluscongresso2014@outlook.com